quarta-feira, 29 de maio de 2013

Parabéns, Vovó Judith!

Seriam 101 anos, no dia 25/05/2013 que passou...
Um sábado! Dia propício para festas e eventos familiares.
Neste dia, jantei no Parraxaxá, com Breno e Rafael. Era um local que, geralmente, vovó ia com seus filhos, no ritual do almoço em família.
Lembrei dela o tempo todo, o dia todo, a semana toda!
O mês de maio é inspirador... mês de vovó, pelo seu aniversário, por ser o mês das mães!
Lembrança viva, diária!
Por volta do dia 15 adoeci. Peguei uma virose que me deixou meio de cama e um tanto fraca durante alguns dias. Sonhei com vovó em TODOS eles. Do dia 15 a 20 de maio. Dia 15 de maio foram sonhos intensos. Lembranças de nossa casa da Imbiribeira e de sua presença entre nós.
Sonhei com todos da família reunidos. E com tia Selene dizendo vim morar com vovó porque Toré apresentava problemas de saúde. Ainda no dia 19/05, o domingo, Judith e tia Selene nos ligam para avisar que estão vindo ao médico com Toré.
Seria vovó querendo nos avisar algo?
Na chegada, alguns sustos. Após exames e consultas, Toré foi internado com suspeita de pedra nos rins. Até descobrirmos, de fato, a razão, a apreensão foi geral. E eu lembrava sempre do sonho de vovó.
Judith veio de Arcoverde para ficar com os pais e no dia 25 de maio, o sábado “dela”, sonhei novamente com vovó.
Dava-lhe muitos beijos e abraços: minha vontade consciente e sempre presente de fazê-los! E entre o cotidiano do sonho, vovó me dizia:
 _Vamos lá à casa de Noemi, buscar um sanduíche que Selene deixou para você, porque ela está indo embora, voltando para casa.
No outro dia, alta de Toré! Tia Selene voltaria para Arcoverde!
Nunca tive sonhos de previsão, mas depois da partida de vovó, com ela, parece que começo a crer que são possíveis de acontecer comigo.
Talvez seja ela querendo nos dizer que ainda está muito perto, e cuidando de todos nós.
Talvez seja uma conexão que, realmente, não se vai com a morte do corpo físico.
Talvez seja uma concessão de Deus à nossa dor de saudade! A Ele agradeço por isso, sempre!
E a vovó também. Por se disponibilizar a estar conosco. Sempre amorosa e presente. Sim, parabéns a vovó, não pelo seu centésimo primeiro ano, que na verdade, não se efetivou em sua estada na Terra, entre nós. Mas por este legado que ela deixou, por ter conseguido ser um ser tão amado, tão referenciado (e reverenciado!) na vida de todos nós. Por se perpetuar em nós, mesmo após algum tempo de sua partida...
E obrigada, por nunca ter nos deixado nem partido de verdade...

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